quinta-feira, 26 de abril de 2012

Síndromes na liderança eclesiástica (1)


Dário José

Há exemplos bíblicos de líderes que queriam fazer além do que o Senhor lhe deteminara, trazendo com isso consequências negativas, e até funestas para si e deixando  maus exemplos à posteridade. Há também os que aprenderam com os próprios erros e mudaram a maneira de agir:
  • Aimaás, que queria levar mensagem ao rei Davi, sem ser o momento oportuno, "ficou de lado" - II Samuel 18.19-33;
  • Uzias, que apesar de ser monarca de Judá que reinou por mais de meio século, não tinha a prerrogativa de queimar incenso e por sua prepotência, ficou leproso - II Crônicas 26.16-19;
  • Moisés, que aprendeu, a tempo, a dividir  o árduo trabalho, seguindo o conselho do seu sogro, antes que morresse estafado - Êxodo 18.13-27;
  • Davi, o grande rei de Israel, que no afã de querer agradar a Deus, intentou construir um templo, mas lhe foi negado pelo Senhor - II Samuel 7.1-17.
Há muitos que se "gabam" de acumularem "muitos serviços", e sentem-se até  "polivalentes", não vendo mais ninguém a sua frente capaz de fazer o que fazem. Mas, na realidade, seus trabalhos ficam sempre pela metade, porque não são "polvos' e não têm muitos "tentáculos"...

A Palavra de Deus ainda nos adverte categoricamente, em Eclesiastes 9.10:

"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma".

Sola Scripturas!

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