quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sou contra a homofobia, porém...



Dário José

Ontem, dia 16/05, ocorreu a “marcha contra a homofobia” na Praça dos Três poderes, em Brasília. O protesto reivindicou a distribuição do kit contra homofobia nas escolas e a aprovação da PL 122, que criminaliza atos discriminatórios contra homossexuais.

Hoje, quinta-feira, 17/05,  se comemora o Dia Internacional de Combate à Homofobia.

Como cristão, tendo a Bíblia como única regra de conduta e fé, me posiciono  contra:

A homofobia – que incita ódio, discriminação, violência verbal e física contra os homossexuais;
O racismo – que discrimina pessoas pela raça humana que possuem;
O preconceito – conceito formado sem conhecimento adequado sobre pessoas, classes sociais, raças, etc.;
A pedofilia – abuso sexual de menores;
O bullying - atos de violência física ou psicológica, intencional e repetida, praticada por um indivíduo ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.
A barbárie – crueldade e selvageria contra qualquer pessoa;
O ódio – aversão e repugnância contra alguém ou alguma coisa;
A hipocrisia – manifestação de fingidas atitudes; falsidade;
A violência – opressão, tirania; qualquer força empregada contra a vontade, liberdade ou resistência de pessoa ou coisa;
A heterofobia - discriminação inversa com base na orientação sexual e implica preconceito ou aversão para com as pessoas e instituições heterossexuais.

Mas sou a favor da liberdade de expressão que é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos. É um conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral. A Constituição brasileira de 1988 diz:

  • Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
    • V - o pluralismo político
  • Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade, nos termos seguintes:
    • IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
    • VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
    • IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
  • Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
    • § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
Os grifos acima são meus. Mas os incisos VIII e IX, do Art. 5º, dizem resumidamente que, como indivíduo, “não posso ser privado do direito da crença religiosa” e “que sou livre para expressar minha atividade intelectual”. Em outras palavras, eu creio na Bíblia Sagrada e ela é contra a homossexualidade (Levítico 18.22; Romanos 1.26,27; I Coríntios 6.9,10), então eu posso defender e expressar o que creio na minha atividade intelectual como pastor evangélico.

Não tenho nada contra os homossexuais como não tenho contra os heterossexuais, quanto pessoas. Porém, se suas práticas se conflituam  com a Bíblia, então, devo ficar com a Palavra de Deus, devo ficar com a verdade (II Coríntios 13.8)!

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Solas Scripturas!

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