quarta-feira, 6 de março de 2013

Morrendo Chávez, morre também o chavismo?



Dário José

Morreu ontem, terça-feira dia 05, às 16h25 locais (17h55 de Brasília), aos 58 anos Hugo Chávez, presidente da Venezuela. Ele que lutava contra um câncer desde 2011, chegou a passar por tratamento em Cuba.O anúncio da morte foi concedido pelo vice-presidente Nicolás Maduro.


Hugo Chávez tinha atitudes difíceis de se entender:

  • Mantinha um retórico discurso contra os Estados Unidos, mas era o seu maior vendedor de petróleo na América Latina.

  • Culpava os EUA da sua (in) capacidade de governar, mas importava produtos americanos.

  • Mostrava-se preocupado com o povo, mas seu apego ao poder  era tão evidente que queria permanecer nele até 2031.

  • Procurava demonstrar sua grande  fé em Deus, mas odiava a nação de Israel, o povo de Deus (conforme vídeo acima).

Em seu twitter, Chávez deixou no último dia 18 de fevereiro a seguinte mensagem, revelando o seu lado religioso:

“Sigo aferrado a Cristo y confiado en mis médicos y enfermeras. Hasta la victoria siempre!! Viviremos y venceremos!” . Numa tradução livre: Eu ainda agarro-me a Cristo e confio nos meus médicos e enfermeiras. Até a vitória sempre! Vamos viver e vencer!”.

A “morte” veio e ceifou a vida do ardoroso fã de Simón Bolivar, Hugo Chávez.  A “morte” sempre vem! E quando vem, ceifa vidas, independente de quem seja o mortal.

O clima que se consegue ver da população venezuelana através dos meios de comunicação, pela morte do seu presidente, é de comoção e dor. Mas sobre o futuro da nação? Morrendo o líder Chávez, o “chavismo” continuará? Bem, o futuro não nos pertence!

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