terça-feira, 9 de julho de 2013

Há grande diferença entre o sorriso e o silêncio



Dário José

“Quem quiser vencer na vida deve fazer como os seus sábios: mesmo com a alma partida, ter um sorriso nos lábios.” Dinamor

O ato de sorrir pode manifestar um sentimento de benevolência, simpatia ou de ironia. Há sorrisos verdadeiros, honestos e espontâneos, mas há sorrisos falsos e “amarelos”.

O sorriso pode atestar uma alegria que vai além do simples contentamento. Pode refletir júbilo, prazer, regozijo, divertimento, festa ante aos acontecimentos felizes.

“Os homens de poucas palavras são os melhores.” William Shakespeare
 
O silêncio, por sua vez, é a ausência completa de ruídos. Abstenção voluntária de falar, de pronunciar qualquer palavra ou som, de escrever, de manifestar os seus pensamentos.


O silêncio às vezes dói, grita, incomoda. Muitos dizem “quem cala, consente”, mas isso nem sempre é verdade. Calar pode ser ato de sabedoria, prudência, maturidade.


Há o silêncio da conivência, mas há o da prudência. Há quem cale por covardia, há quem nada diga ponderando as coisas.


Preciso ainda aprender a “domar” a minha alma pela Palavra: sorrir com a alegria da salvação e a silenciar quando confrontado (Salmos 119.11; 100; Filipenses 4.4; Mateus 11.28-30; Isaías 53.7).

Um comentário:

  1. Li alguns dos seus estudos, me edificou muito, que Deus continue lhe dando sabedoria.

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