segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A esperança elimina os obstáculos?



Dário José

Nossas expectativas, mesmo com toda nossa boa intenção, não geram esperança. Nossos sonhos, de olhos abertos ou fechados, não produzem esperança. Nossas perspectivas, baseadas em dados que conhecemos também não nos faz lograr esperança.

Falo não da esperança comum, volátil, meramente humana, baseada unicamente no que é  terreno. Esperança de crendices, prognósticos, previsões, superstições.

Falo de uma esperança que se personifica em Deus. Entendo que essa esperança pode ser traduzida por confiança inabalável naquEle que pode cumprir cabalmente suas promessas e que, sendo Detentor de todo Poder, sempre terá  o controle sobre todas coisas.

Essa esperança é a segunda virtude da vida cristã, mencionada em I Coríntios 13.13. É a esperança que se baseia exclusivamente na Pessoa de Deus Trino (Romanos 15.13). Cristo, o maior e melhor presente de Deus a todas as pessoas, se personifica como a nossa própria esperança (I Timóteo 1.1; I Tessalonicenses 1.3; Colossenses 1.27). O símbolo dessa esperança é a âncora (Hebreus 6.18-19).

Ter essa esperança não elimina ou faz sumir num passe de mágica os obstáculos, dificuldades e problemas que nos rodeiam. Pelo contrário, essa esperança em nós nos dá forças para vencer através da fé viva que pulsa dentro do nosso homem interior. O que para alguns parece teimosia, para o que crer é simplesmente esperança.

Guardemos com firmeza a confissão da nossa esperança, pois quem prometeu é fiel (Hebreus 10.23)!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Tudo depende de como se enxerga as ovelhas...



Dário José

Antes de ler o texto, compreenda, reflita e pondere que enxergar é o mesmo que notar, observar, perceber, entender.

SAUL [hb. Pedido a Deus]. Ele era da tribo Benjamim. Foi o primeiro rei do reino unido de Israel. Ele reinou de 1050 a 1010 a.C., tendo derrotado os inimigos de Israel (I Samuel 8—14). Desobedeceu a Deus e, por isso, foi rejeitado por Ele (I Samuel 13; 15). Tentou, por inveja, matar Davi (I Samuel 16—26) e, no final, cometeu suicídio (I Samuel 31). Seu nome é citado 405 vezes na Bíblia.

Como Saul enxergava as ovelhas? Como objeto de “barganha” com Deus e meros animais de sacrifícios (I Samuel 13.81-4; 15.13-15,22).

DAVI [hb. Amado]. Foi o segundo rei do reino unido de Israel. Era da tribo de Judá. Ele reinou de 1010 a 970 a.C. Tomou Jerusalém e a tornou a capital religiosa do reino. Levou a arca da aliança para lá (II Samuel 6) e organizou os serviços de adoração (I Crônicas 15—16). Ampliou o reino (II Samuel 8; 10; 12) e ajuntou materiais para a construção do TEMPLO (I Crônicas 22). Foi governador, guerreiro, músico e poeta. E foi um dos antepassados de Jesus (Mateus 1.1). O nome de Davi é mencionado 1114 vezes nas escrituras.

Como Davi enxergava as ovelhas? Com olhar de pastor, que apascenta, guia, cuida... (Salmos 23.1-6). 

ABSALÃO [hb. Pai de Paz]. Terceiro filho de Davi. Da tribo de Judá.  Tornou-se inimigo do próprio pai e tentou usurpar o seu trono. Foi morto por Joabe (II Samuel 13—18). Seu nome aparece 105 vezes no Texto Sagrado.

Como Absalão enxergava as ovelhas? Como um “meio” para obtenção de lucros e ganhos, pois o que mais lhe interessava era a “lã” (II Samuel 13.23,24).