sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O que faremos com a verdade?

Dário José

Verdade é aquilo que é ou existe iniludivelmente. É a concepção clara de uma realidade, juízo ou proposição que não se pode negar racionalmente. A verdade intimamente se liga a tudo que é sincero, correto e certo.

Uma verdade nunca será contrária a outra verdade. A verdade não é simplesmente o oposto da mentira, mas a ausência dela. Não existem meias verdades, pois “meia verdade é sempre uma mentira inteira” (provérbio judeu).

Verdade relativa é a “verdade” que se aplica de maneira “diferente” para os lugares e situações diferentes. É a verdade de cada pessoa, não para todas as pessoas. É a verdade de acordo com o ponto de vista ou perspectiva pessoal.

Verdade absoluta é a verdade que em todos os lugares tem a mesma essência. A verdade para uma pessoa é a mesma para as demais pessoas. Verdade que não deixa de ser verdade com o tempo. Se acreditarmos nela ou não, continua sendo verdade. A verdade é descoberta ou é revelada, não é fruto da invenção de uma cultura, de pessoas ou de religiões.

Num mundo relativista, onde a ideia da verdade absoluta é repudiada, como saber o que é certo e errado? Buscando um padrão. Há padrões que todos usam diariamente em ciência e matemática. Desde um foguete lançado ao espaço a construção de um prédio de dez andares, usa-se cálculos e mais cálculos matemáticos. Esses cálculos seguem normais universais, que são leis (verdades) absolutas, que se violadas, atrairá consequências drásticas. A natureza não pode ser mudada, como a matemática é inalteravelmente aderida às leis criadas por Deus.

A Palavra de Deus é o padrão da Verdade

O "homem é a medida de todas as coisas". Essa frase famosa do filósofo grego Protágoras destaca a ideia de que cada pessoa pode decidir o seu próprio padrão do que é certo e o que é errado. O que é moralmente certo para um, pode estar errado para outro. Esta é a essência de relativismo. Uma “verdade relativizada” nunca mudará a Verdade Absoluta.
O político alemão Joseph Goebbels (1897-1945), o ardoroso seguidor de Adolf Hitler ministro da propaganda do Reich, disse certa vez: “Uma mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade.” Goebbels não estava certo, porque ninguém é proprietário, detentor ou dono da verdade, que, mais cedo ou mais tarde sempre prevalece!

Joseph Goeggels (à esqueda) se enganou achando que uma "mentira contada várias vezes tornar-se-ia uma verdade". O Padrão da Verdade vem da Palavra de Deus.
A Igreja é coluna e baluarte da verdade (I Timóteo 3.15). Quem pertence Igreja, NUNCA se desviará para o relativismo camuflado de verdade ou meias verdades. o conhecimento da Verdade liberta (João 8.32). Doe ver pessoas que dizem ser cristãos e servos de Deus, mas estão “aprisionadas” à mentira. Tentar argumentar com elas acerca da Verdade é como falar a gente petrificada e insensível, pois “criam suas próprias verdades” para autodefesa.


Nós não podemos refutar a Verdade pela “relativa verdade” dos nossos sentimentos, por isso precisamos da sondagem de Quem nos conhece por inteiro (Jeremias 17.9,10; Salmos 139). A mentira que é maquiada de verdade traz funestas consequências (Romanos 1.25-27). Só a Verdade deve ser seguida (Efésios 4.15,16). Jesus é, em pessoa, a expressão da própria Verdade (João 14.6). Ele e a sua Palavra se fundem como a Verdade (João 1.1,14; I João 1.1; 17.17; Apocalipse 19.13).

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